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OREIdosreisJESUSestávoltando
"1ª Blogagem coletiva: Sinais do fim dos tempos – Prenúncios da volta de Cristo!"
“Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mateus 24 – 7” 


O mundo nunca viveu completamente livre do tormento da guerra, mas em nenhum outro período de toda a História se testemunhou o aumento de guerras como no século XX, A Cruz Vermelha Internacional estima que mais de 100 milhões de pessoas foram mortas em guerras desde o início do século.

Antes de 1914 o mundo não teve noticia de uma guerra mundial, mas depois desta data tivemos a 1ª Guerra mundial com cerca de 65 milhões de soldados e calcula-se em 9 milhões o número de mortos e em 30 milhões o número de feridos ao final da Primeira Grande Guerra. A 2ª Guerra mundial mobilizou mais de 100 milhões de militares, e estimatimam se que cerca de 72 milhões de pessoas morreram durante a 2ª Grande Guerra.

A palavra grega usada originalmente para "nação" nesta profecia -- "levantar-se-á nação contra nação" - é ethnos, cuja tradução mais precisa é "uma raça" ou "uma tribo”. Em outras palavras, Jesus estava dizendo que grupos étnicos se levantariam uns contra os outros.

A limpeza étnica da população armênica durante os anos finais do Império Turco-Otomano é amplamente considerada como um genocídio. Com a guerra em curso, os turcos acusaram toda a população armênica, cristãos em sua maioria, de serem aliados da Rússia, utilizando-se disso como pretexto para lidar com toda a minoria considerando-a inimiga do império. É dificil definir o número exato de mortos do período, sendo estimado por diversas fontes para quase um milhão de pessoas mortas em campos de concentração, excluindo-se as que morreram por outros motivos.

O mundo está andando para o rumo errado. Está seguindo o caminho que leva a destruição. Um caminho que não tem mais volta. Teria se todos olhassem e vissem os seus erros, mas isso nunca acontece, e mesmo assim sabemos que no final de tudo, a salvação está em Jesus, e não no ser humano.

Muitos não têm dinheiro para comprar sequer um pão, que é o alimento mais simples e básico de um ser humano. "A fórmula macabra é a seguinte: a cada cinco segundos morre uma criança no mundo em decorrência de problemas provocados pela carência de calorias e proteínas mínimas para a sobrevivência.”

A situação ficou ainda pior. O trigo, o milho, o leite, o açúcar, o ovo, o frango – tudo subiu. "Os pobres do mundo estão inquietos. Na Somália, a polícia dispersa multidões famintas a tiros. Na Indonésia, com quase metade de seus 230 milhões de habitantes vivendo na pobreza, cada aumento de 10% no preço do arroz joga 2 milhões de pessoas na miséria absoluta. No Haiti, os preços altos derrubaram o governo. Na Malásia, país nem tão pobre assim, o governo andou balançando. No México, protestos de rua contra o preço das tortilhas assustaram as autoridades. Na Tailândia, um dos celeiros de arroz do planeta, o mercado está limitando a compra do produto por cliente. Na Argentina, assolada pelo populismo da presidente Cristina Kirchner, os panelaços voltaram a ser ouvidos, com produtores rurais reagindo contra medidas do governo e consumidores irritados com a escassez nos supermercados. Existem situações críticas no Paquistão, no Egito, no Senegal. Em Gana, Bangladesh, Mianmar. Há fome na Coréia do Norte, na Etiópia. No Brasil, o quadro é mais confortável, mas um pedaço da crise mundial chegou ao país, com o preço dos alimentos ultrapassando a média da inflação. No Palácio do Planalto, estuda-se aumentar em 5% o benefício concedido pelo Bolsa Família para compensar a alta nos preços.

As doenças são degenerativas e destrutivas ao organismo humano. Pestes coletivas, como o ebola, a malária e outros. Sem contar às pestes que matam os animais e as plantações. Doenças como a AIDS, que tem números infinitos e nos assustam.

Antes, as doenças afetavam a poucas pessoas. Hoje, as doenças afetam quase todas as pessoas. Só no Brasil, mais de 500 mil pessoas estão contaminadas com o vírus da AIDS.

O mundo está enegrecido pelo pecado e a terra sofre as conseqüências de erros passados e presentes. Sofrerá mais e mais com erros futuros.

A resposta é certa: o ser humano está destruindo a vida em nosso planeta, e este, por sua vez, está perdendo o controle natural das coisas. A Bíblia já tratava sobre o assunto há muitos séculos atrás.

Nós só acreditamos que estes males existem quando estão nos atingindo. Essa realidade de que só acontece com pessoas em outros países é falsa. A qualquer momento poderemos ser atingidos. Mesmo estando em um país que não ocorria terremotos, hoje temos notícias de tremores de terra alguns chegando a derrubar casa.

Devemos olhar para cima e ver que nossa redenção se aproxima não nos apegarmos às coisas que esse mundo nos oferece, pois tudo o que temos aqui passará. A Bíblia nos alerta: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem”. Mateus 6:19.

Tudo o que vemos será destruído, e moraremos com Cristo no lar celestial. “O mundo passa, e a sua concupiscência também, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. I João 2:17.

Tudo há de passar, mas se escolhermos viver em um lugar onde não há mortes, pestes, terremotos, fome e choro seremos transformados por Aquele que nos amou.

Se escolhermos viver ao lado de Jesus e o aceitarmos como Salvador pessoal, mesmo que este mundo passe estaremos sempre com o Senhor.

Que hoje a sua escolha seja de aceitar a Cristo e viver com ele no lugar que nos foi preparar.



AÁGUADOMUNDO
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Vou correndo, como se isso me fizesse escapar dos pingos da chuva que se inicia. Menos tempo na chuva, pode ser ilusório, mas tenho a impressão de que ficarei menos molçhado. Com o canto do olho observo um senhor que com uma mangueira termina de linpar a calçada, mesmo sabendo que a chuva há de modificar todo o cenánario nos proximos instantes. Ou vai trazer de volta toda a sujeira que ele está tirando ou vai lavar outra vez o que ele acabou de lavar.

A água que cai do céu cai purinha, é o que penso enquanto corro dela. Lenbro - me do livro de Camila paglia em que ela afirmava, que o homém havia optado por viver em grupo por temor aos fenômenos naturais: chuvas, clima, terremotos etc. Foi preciso se unir contra as forças da natureza. Quando passa um furacão levando tudo, bons ou maus, estão todos ameaçados. Quando a água falta, senhores e escravos morrem da mesma sede. Há forças mais poderosas que a maldade humana.

Os destinos turísticos são, em sua maioria, lugares interessantes por causa da água. Praias, lagos, rios, cachoeiras: somos naturalmente atraídos pela água. A simples vista para o mar ou rio já torna um ambiente mais interessante. Parece óbvio o que digo, mas se levarmos em conta que grande parte do planeta é tomada por água isso passa a ser, sim, digno de nota: vivemos em meio a tanta água e ainda somos tão fascinados por ela! Nosso organismo é também, em sua maior porção, água. Somos água, viemos da água, para a água voltaremos e, enquanto tivermos como aproveitar a vida, quer fazê-lo perto de alguma fonte de água límpida, na beira de um rio ou mar. Navegando, que seja. Queremos água.

Vivemos, porém, sob o alerta de que a água pode acabar. É preciso economizar. Parece absurdo, pois a água é absolutamente indestrutível! Se você toca fogo ela vira fumaça e depois volta a ser água, se congela ela derrete e volta a ser água, seja lá o que se faça com ela, a água volta a ser água depois de um tempo, pura e cristalina. E na mesma quantidade! Pois é. Mas pode voltar salgada. Sabe lá o que é morrer de sede em frente ao mar? O prejuízo maior que a água pode sofrer com a poluição, uma vez poluída a água pode demorar muitos anos para voltar ao seu estado natural, potável, como os pingos da chuva lá do início.

Volto ao início e ao senhor que tentava varrer uma folha de árvore, pequenina, da porta de seu prédio, segundos antes da chuva começar. Quantos litros de água pura ele desperdiçava naquela tarefa imbecil? Não seria mais fácil varrer a folhinha ou pegá-la com a mão? Aquela água correria para o bueiro e se juntaria ao esgoto cheio de substâncias químicas e de lá iria parar sabe-se lá onde, mas, poluída, demoraria um tempo enorme para voltar para o reservatório d'água da cidade. Este tempo é que pode ser o suficiente para uma cidade entrar em caos por não ter o que beber. A água não vai "acabar" nunca, mas talvez, um dia, não possamos usufruir dela onde e como gostaríamos.

de Leo Jaime.
Talvez as grandes desgraças naturais não nos metam tanto medo,
porque o que nos vai derrotar mesmo são as folhinhas nas calçadas.
Aguadas de estupidez.
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